sexta-feira, 17 de abril de 2015

Personal Learning Evironments

Temática II – Os Personal Learning Environments



Tarefa 1 - Bibliografia Anotada



Anderson, T. (2006). PLE’s versus LMS: Are PLEs ready for Prime time? Virtual Canuck. Disponível em http://terrya.edublogs.org/2006/01/09/ples-versus-lms-are-ples-readyfor-prime-time/ [acedido em 15-04-2015].

Em “PLE’s versus LMS: Are PLEs ready for Prime time?” , Terry Anderson explica o que é uma PLE, descrevendo-o como sendo “um sistema de portfólio que permite ao utilizador manter o seu repositório de conteúdo” de forma a poder compartilhar o seu conteúdo, atribuindo-lhe um carisma social, na medida em que se consegue manter ligações que permitem a aprendizagem cooperativa.
Terry Anderson faz uma comparação enumerando algumas vantagens e desvantagens da aplicação de um sistema de ensino baseado em LMS/PLE’s. Destaca os PLE´s por ser “projetado principalmente como um ambiente de aprendizagem pessoal ao longo da vida”, não limitando o processo de aprendizagem à sala de aula.
Já o LMS é caracterizado como sendo uma ferramenta que proporciona um ambiente de aprendizagem onde “Os alunos têm a expectativa de que seus comentários, imagens e ideias são criados e compartilhados dentro deste ambiente protegido” não estando desta forma expostos na Web.
Estas são algumas das ideias que Terry Anderson coloca no seu blog neste artigo, transmitindo-nos ideias e pontos de vista bastante sólidos sobre a as vantagens e desvantagens da aplicação de LMS ou PLE no sistema de ensino.
Para além de gostar da visão de Terry Andersons, considero importantes os aspetos que o autor evidencia sobre a temática, deixando-nos com uma noção real de ambos os conceitos – PLE e LMS.



Rodrigues, P.; Miranda, G. (2013). Ambientes pessoais de aprendizagem: conceções e práticas. In RELATEC – Revista Latinoamericana de Tecnología Educativa, 12(1), 23-34. Disponível em http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/9584/1/997-4403-1-PB.pdf [acedido em 14/04/2015].

Neste artigo, os autores evidenciam a importância do estudo das PLE’s (Personal Learning Environments) nomeadamente quando se trata da sua aplicação em áreas direcionadas à educação.
Elaboram um estudo que é explicado de forma muito clara, tendo sido feita a divisão do artigo em quatro tópicos. O primeiro consiste na apresentam de uma definição e origem do conceito de PLE. De seguida apresentam e fundamentam as metodologias adotadas no estudo elaborado, onde indicam os elementos essenciais do seu estudo (instrumentos utilizados, participantes, variáveis em estudo, técnicas de recolha de dados, organização e análise de dados). Seguidamente expõem os dados recolhidos de forma organizada, para apresentarem posteriormente os resultados obtidos da investigação realizada.
O estudo apresentado tem como base um questionário direcionado a profissionais da educação a fim de recolher dados sobre qual a perceção dos educadores sobre o conceito e aplicação das PLE no ensino, tendo como base uma serie de questões específicas sobre a temática.
Os resultados obtidos através dos questionários conduziram à conclusão de que, “o perfil «digital» dos educadores é pouco compatível com as características do PLE”. Para além disso constatou-se também que nem sempre existem as condições ideias/desejadas para a implementação de uma aprendizagem baseada na Web. Contudo muitos dos educadores inquiridos reconhecem que o PLE é “útil no processo de aprendizagem” visto que a sua utilização gera mecanismos de auto-orientação do estudo, permitindo desenvolver novas competências.
A escolha deste artigo recaiu sobre facto de se tratar de um estudo bem elaborado, tendo como público-alvo uma realidade onde se consegue adquirir uma maior perceção por parte de quem está a realizar a investigação. Para além de estar muito bem fundamentado, apresenta uma estrutura bastante clara sobre o estudo efetuado.


http://pt.slideshare.net/anaftoscano/ana-toscano-tematica2bibliografia


quinta-feira, 9 de abril de 2015

Processos Pedagógicos em eLearning

Temática 1 - A Pedagogia do eLearning - Tarefa 2 


Movida pelo fascínio da teoria do Conetivismo de George Siemens, deixo aqui um pequeno artefacto com as ideias base desta visão, que é, na minha opinião, a teoria da pedagogia que melhor "acolhe" a sociedade contemporânea. Partilho convosco também uma breve visão sobre o papel que o professor da atualidade deverá cada vez mais adotar, numa sociedade que vive cada vez mais na rede.

Espero que gostem...



quinta-feira, 19 de março de 2015

Processos Pedagógicos em Elearning

Temática 1
Tarefa 1 - Bibliografia Anotada

Siemens, George (16-02-2010). Teaching in Social and Technological Networks. Connectivism. Acedido a 13/03/2015 em http://www.connectivism.ca/?p=220
George Siemens, professor e investigador na Universidade de Athabasca no Canadá, apresenta neste artigo o impacto que as redes sociais e as tecnologias têm sobre a forma como ensinamos e aprendemos. Fala também sobre as alterações no papel do professor e do aluno quando se trata de aprender em rede. Nesse contexto, o professor passa a influenciar e moldar uma rede de ligações, em vez de controlar uma sala de aula, representando um papel diferente do que havia desempenhado até então. O professor torna-se num nó de ligação de passagem do conhecimento, tendo o papel fundamental de orientar os alunos para os pontos mais importantes de determinado conteúdo e os alunos passam a ter um papel mais ativo na aquisição do conhecimento, adquirindo o papel central no processo ensino/aprendizagem. Para além desta alteração nos papéis dos intervenientes do processo, o próprio processo de aprendizagem passa a ser mais flexível, tendo em conta que os conteúdos passam a estar acessíveis em rede, havendo desta forma uma desfragmentação dos conteúdos.


O processo ensino/aprendizagem que se estabelece nas redes sociais tendo como base as tecnologias, trata-se de uma abordagem totalmente diferente no âmbito da educação, demarcando desta forma uma viragem no processo do ensino/aprendizagem. O autor traça uma perspetiva muito interessante e pertinente sobre as mudanças dos papéis do professor e do aluno, enquanto intervenientes de todo o processo de aquisição do conhecimento. O professor passa a desempenhar o papel de orientador no processo de aprendizagem, tendo para isso que adquirir competências essenciais no âmbito das tecnologias, a fim de auxiliar o aluno na pesquisa de ligações e matérias necessárias para a procura e construção do conhecimento.